{"id":874,"date":"2023-12-04T10:48:59","date_gmt":"2023-12-04T13:48:59","guid":{"rendered":"https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/?p=874"},"modified":"2024-02-07T16:51:09","modified_gmt":"2024-02-07T19:51:09","slug":"case-detectando-a-corrosao-no-concreto-armado-e-protendido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/case-detectando-a-corrosao-no-concreto-armado-e-protendido\/","title":{"rendered":"Case: Detectando a Corros\u00e3o no Concreto Armado e Protendido"},"content":{"rendered":"\n<p>No mundo da constru\u00e7\u00e3o civil, a durabilidade e a seguran\u00e7a das estruturas s\u00e3o de suma import\u00e2ncia. Um dos fatores cr\u00edticos que afetam ambos \u00e9 a corros\u00e3o, especialmente em estruturas de concreto armado ou protendido.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui, exploramos o papel vital da boa interpreta\u00e7\u00e3o dos potenciais de corros\u00e3o, um aspecto fundamental para a manuten\u00e7\u00e3o e longevidade das estruturas.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O prop\u00f3sito da boa interpreta\u00e7\u00e3o dos potenciais de corros\u00e3o obtidos em estrutura de concreto armado ou protendido visa o profundo conhecimento dos sintomas eletroqu\u00edmicos existentes, podendo se decidir com isto onde ser\u00e3o realizados os servi\u00e7os de interpreta\u00e7\u00e3o deste s\u00e9rio problema. Dever-se observar, antes de proceder ao teste com a semipilha, algumas particularidades em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estrutura a ser analisada , pois poder\u00e3o interferir nas leituras, obtendo-se, desta forma, valores incoerentes.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A superf\u00edcie do concreto, nas regi\u00f5es onde ser\u00e1 feito o teste, n\u00e3o dever\u00e1 apresentar desplacamentos ou trincas;<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c9 necess\u00e1rio que haja continuidade el\u00e9trica entre as barras das armaduras das estruturas;<\/li>\n\n\n\n<li>O teste dever\u00e1 ser executado em um dia considerado t\u00edpico. Por exemplo, evitar situa\u00e7\u00e3o de estruturas molhadas ou \u00famidas, devido a chuvas que tenham ca\u00eddo na v\u00e9spera.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise com a semipilha nos d\u00e1 uma indica\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea do equil\u00edbrio existente no estado de corros\u00e3o ao longo das armaduras, que muda, efetivamente, \u00e0 medida que a umidade e outros fatores s\u00e3o alterados. Todo e qualquer processo de corros\u00e3o deflagrado ao longo das armaduras ser\u00e1 detectado pelos potenciais da semipilha, a n\u00e3o ser que este processo seja ainda muito incipiente. Em certos casos, as carepas de corros\u00e3o formadas, tanto de magnetita quanto hematita (pois possuem estrutura de poros semelhantes) formar\u00e3o um escudo ao circuito existente, impedindo a medi\u00e7\u00e3o dos potenciais. Neste caso, estaremos medindo os potenciais da magnetita, que \u00e9 um \u00f3xido est\u00e1vel, iludindo o operador da semipilha j\u00e1 que os potenciais deste metal n\u00e3o sugerem corros\u00e3o. Esta situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de ser observada. Logo, torna-se importante abrir \u201djanelas\u201d, de modo a checar o produto da corros\u00e3o. Naturalmente, os potenciais levantados variam de estrutura para estrutura e devem ser avaliados individualmente.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>De modo geral, os \u00edons de ferro dissolvidos podem permanecer em solu\u00e7\u00e3o nos poros do concreto ou percolarem atrav\u00e9s das fissuras e trincas em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie da estrutura, onde reagir\u00e3o com o oxig\u00eanio fora do ar para formar aquela famosa mancha de ferrugem marrom\/vermelha (hematita). Por outro lado, poder-se-\u00e1 ter processos de corros\u00e3o absolutamente aprisionados ao longo das armaduras, somente tornando-se aparente pelo surgimento de trincas na superf\u00edcie do concreto. Esta segunda situa\u00e7\u00e3o, \u00e9 claro, \u00e9 mais prejudicial \u00e0 estrutura porque invariavelmente ocorre com perda de se\u00e7\u00e3o nas armaduras. Uma situa\u00e7\u00e3o t\u00edpica s\u00e3o as juntas de dilata\u00e7\u00e3o de nossas pontes e viadutos que, invariavelmente, deixam passar \u00e1guas da chuva, desencadeando processos invis\u00edveis de corros\u00e3o na zona de fretagem dos pilares, nas laterais das travessas e vigas, podendo chegar a taxas de corros\u00e3o localizadas superiores a 10mm de se\u00e7\u00e3o das armaduras por ano;<\/li>\n\n\n\n<li>Quando o concreto apresenta-se seco, os produtos de corros\u00e3o permanecem na superf\u00edcie das armaduras, sendo oxidados ali. Quando isto ocorre, ir\u00e3o surgir tens\u00f5es superiores a que o concreto pode resistir, devido ao aumento do volume das barras de a\u00e7o, ocorrendo trincas na zona de recobrimento do concreto. O n\u00edvel ou grau de corros\u00e3o necess\u00e1rio para produzir trincas na camada de recobrimento depender\u00e1 do di\u00e2metro das armaduras, da espessura do recobrimento, da resist\u00eancia e da porosidade do concreto. Como regra geral, poder-se-\u00e1 usar a rela\u00e7\u00e3o entre o di\u00e2metro das armaduras e a espessura do recobrimento como guia. Por exemplo, com uma rela\u00e7\u00e3o igual a 0,5, pode-se ter uma profundidade corros\u00e3o na armadura em torno de 0,1mm, suficiente para trincas de recobrimento. Isto significa que, caso tenhamos uma taxa de corros\u00e3o t\u00e3o pequena quanto 0,01mm\/ano, poderemos ter o surgimento de trincas na superf\u00edcie do concreto dentro de 10 anos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Quando avaliamos os efeitos da corros\u00e3o, torna-se importante analisar sua rela\u00e7\u00e3o produ\u00e7\u00e3o\/quantidade dos produtos de corros\u00e3o formados. A umidade do concreto e a possibilidade haver surgimento de corros\u00e3o por pites ou mesmo generalizada, ao longo da superf\u00edcie da armadura, poder\u00e3o ser parcialmente determinadas tanto pela an\u00e1lise das barras afetadas quanto pela resist\u00eancia el\u00e9trica do concreto (resistividade). Se estiv\u00e9ssemos analisando a condi\u00e7\u00e3o de surgimento de corros\u00e3o por pites, dever-se considerar o hist\u00f3rico as condi\u00e7\u00f5es do ambiente, o que poder\u00e1 ser feito tanto investigando a poss\u00edvel fonte de cloretos (ou o maior local de evid\u00eancia) e de outros contaminantes, como o n\u00edvel de molhagem do concreto.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Perceba se houve mudan\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es de exposi\u00e7\u00e3o de estrutura, tipo respingos que estejam caindo de um novo telhado constru\u00eddo. Quando analisamos uma estrutura de concreto absolutamente seca, torna-se necess\u00e1rio conhecer a planta de arma\u00e7\u00e3o (di\u00e2metro e comprimento das barras) e a espessura de recobrimento do concreto, antes de expormos os resultados dos potenciais obtidos. Em estruturas sujeitas a umidade constante e com sintomas de trincas e corros\u00e3o, torna-se obrigat\u00f3ria a abertura de \u201djanelas\u201d, seguindo-se uma an\u00e1lise visual apurada, particularmente nas juntas de dilata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Limita\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O mapeamento dos potenciais n\u00e3o dever\u00e1 ser feito em locais onde h\u00e1 incid\u00eancia evidente de corros\u00e3o (aparente e s\u00e9ria) pelos seguintes motivos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o dos produtos de corros\u00e3o, formar-se grandes trincas (abertura superior a 2-3mm), que quebram a liga\u00e7\u00e3o eletrol\u00edtica em torno da armadura, significando que o a\u00e7o n\u00e3o possui mais este tipo de liga\u00e7\u00e3o com o concreto, necess\u00e1rio \u00e0 atua\u00e7\u00e3o da semipilha;<\/li>\n\n\n\n<li>Certas formas de carepas de corros\u00e3o (especialmente a magnetita) s\u00e3o condutoras de eletricidade, possuindo potenciais similares aos metais nobres. Desta forma, obter-se a mistura de potenciais, envolvendo armaduras corro\u00eddas e magnetita, tornando imprecisa a an\u00e1lise. Assim, para evitar estes problemas, dever-se-\u00e1 limitar o mapeamento dos potenciais de corros\u00e3o a duas situa\u00e7\u00f5es:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Definindo-se \u00e1reas onde as armaduras estejam totalmente cobertas ou protegidas da corros\u00e3o pela camada de recobrimento do concreto<\/strong>. Esta condi\u00e7\u00e3o \u00e9 caracterizada pelo surgimento de altos potenciais, isto \u00e9, potenciais mais positivos que -50mV (com eletrodo de sulfato de cobre \u2013 ESC), podendo-se obter valores t\u00e3o grandes quanto +150mV ESC. Valores como estes ocorrer\u00e3o apenas onde a interface concreto\/a\u00e7o n\u00e3o tenha sido afetada, n\u00e3o podendo existir qualquer situa\u00e7\u00e3o que possa comprometer esta condi\u00e7\u00e3o do concreto, como por exemplo, uma reatividade \u00e1lcali-agregado;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Limitando-se \u00e1reas onde h\u00e1 corros\u00e3o localizada, definidas pelo surgimento dos potenciais mais negativos e por consider\u00e1veis gradientes de potenciais indicam a dire\u00e7\u00e3o das correntes de corros\u00e3o.<\/strong>&nbsp;Dever-se executar as seguintes an\u00e1lises adicionais, com a semipilha, de modo a se determinar a situa\u00e7\u00e3o das \u00e1reas onde o mapeamento \u00e9 desaconselhado:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Existe uma grande macropilha em torno da \u00e1rea onde forma levantados os potenciais, e esta \u00e1rea \u00e9 apenas parte do catodo? \u00c9 o caso, por exemplo, de um pilar semienterrado, onde a \u00e1rea do anodo \u00e9 a armadura abaixo do solo (com \u00e1gua) e o catodo situa-se v\u00e1rios metros acima;<\/li>\n\n\n\n<li>H\u00e1 evid\u00eancia de deteriora\u00e7\u00e3o no concreto? Esta estrutura dever\u00e1 ser analisada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 falta de homogeneidade do seu concreto, reatividade \u00e1lcali-agregado (RAA) etc. Quando h\u00e1 RAA, normalmente apresenta baixos valores de resist\u00eancia el\u00e9trica ou resistividade (&lt;5KWcm);<\/li>\n\n\n\n<li>A qualidade da prote\u00e7\u00e3o do concreto contra a corros\u00e3o est\u00e1 diminuindo? Dever-se fazer testes de carbonata\u00e7\u00e3o, cloretos e resistividade e verificar se h\u00e1 presen\u00e7a de efloresc\u00eancias na superf\u00edcie. \u00c9 interessante notar que quando constata-se carbonata\u00e7\u00e3o, a resistividade poder\u00e1 apresentar-se alta. A ocorr\u00eancia da lixivia\u00e7\u00e3o da cal (efloresc\u00eancias brancas na superf\u00edcie) implica num prov\u00e1vel aumento de resistividade, ao passo que o ingresso de cloretos sempre ir\u00e1 importar na diminui\u00e7\u00e3o da resistividade. Quando se encontra altos teores de cloretos em uma determinada regi\u00e3o, \u00e9 comum deparar-se com resistividades menores do que 3kWcm. Pode-se, com base no mapeamento da resistividade, estimar os locais onde haver\u00e1 maiores concentra\u00e7\u00f5es de cloretos. Logo, com estas an\u00e1lises e o mapeamento dos potenciais feito dentro de um per\u00edodo de tempo significativo, termos uma vis\u00e3o bastante precisa da situa\u00e7\u00e3o da estrutura. Claro que n\u00e3o poder\u00e3o faltar aberturas de \u201djanelas\u201d para se verificar o real estado das armaduras, particularmente perto de trincas e juntas de dilata\u00e7\u00e3o, ou onde exista presen\u00e7a de manchas de \u00f3xidos ferruginosos. O corte do concreto para a execu\u00e7\u00e3o das \u201djanelas\u201d poder\u00e1 ser de aberturas quadradas com 20cm de lado e profundidade suficiente para an\u00e1lise de toda a se\u00e7\u00e3o da armadura, checando-se a apar\u00eancia dos produtos de corros\u00e3o, a redu\u00e7\u00e3o da se\u00e7\u00e3o das barras e o tipo de corros\u00e3o (se por pines ou generalizada).<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-02-1-1024x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-877\" srcset=\"https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-02-1-1024x1024.png 1024w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-02-1-300x300.png 300w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-02-1-150x150.png 150w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-02-1-768x768.png 768w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-02-1-1536x1536.png 1536w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-02-1-2048x2048.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A corros\u00e3o do a\u00e7o ocorre em est\u00e1gios. Cada um deles requer um suprimento adicional de oxig\u00eanio.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-01-1-1024x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-879\" srcset=\"https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-01-1-1024x1024.png 1024w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-01-1-300x300.png 300w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-01-1-150x150.png 150w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-01-1-768x768.png 768w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-01-1-1536x1536.png 1536w, https:\/\/diprotec.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/04DEZ-DIPROTEC-01-1-2048x2048.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Macropilha em um pilar semienterrado: a primeira fonte de oxig\u00eanio est\u00e1 acima do n\u00edvel da linha d&#8217;\u00e1gua (len\u00e7ol fre\u00e1tico).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Tem mais algum passo que voc\u00ea n\u00e3o deixa de fazer? 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